⭐⭐⭐
(The Neverending Story / 1984)
Maravilhoso de ver, como sempre. Pensando tecnicamente, os efeitos do filme são ruins, mesmo para a época. Mas o toque de nostalgia e a metalinguagem do conto elevam tudo.
3/5
⭐⭐⭐
(X-men: Apocalypse / 2016)
Talvez seja a mais fraca de todas as aventuras dos X-men no cinema. Apesar disso, o filme funciona suficientemente bem e os diálogos entre Xavier e Magneto continuam interessantes, ainda que as questões ideológicas envolvendo os mutantes (e minorias) sejam menos exploradas que nas versões anteriores.
3/5
⭐⭐⭐⭐
(Dope / 2015)
Uma boa surpresa. Uma “sessão da tarde” um pouco mais pesada, que rende boas risadas e nos retribui com um tapa na cara.
4/5

⭐⭐
(Hardcore Henry / 2016)
A ideia inovadora consegue se mostrar divertida e a complexidade de se manter o controle da direção com a câmera “em primeira pessoa” sem criar uma confusão visual é um ponto positivo do filme. Infelizmente, o que sabota o projeto é a precariedade do roteiro. Ainda que o objetivo seja o de emular um jogo de vídeo game, a história não precisaria ser tão ruim.
2/5

⭐⭐⭐⭐
(The Company of Wolves / 1984)
Um conto em tom de fábula e sonho, que traz diversas alegorias à natureza das pessoas, à ingenuidade dos jovens e da subjetividade que pode haver no julgamento disso tudo.
4/5

🌟🌟🌟🌟🌟
(Carancho / 2010)
Os personagens e suas motivações são muito bem desenvolvidos neste filme tenso e inquietante. A realidade apresentada, que reflete problemas reais da sociedade, nos leva a torcer pela resolução dos problemas daquelas pessoas, ainda que suas atitudes sejam questionáveis.
5/5

⭐⭐⭐⭐
(Faroeste Caboclo / 2013)
Confesso que fiquei “refém” da música durante quase todo o filme. Mas a direção e montagem possuem coisas tão interessantes que me rendi à obra.
4/5
