⭐⭐⭐
(Horton Hears a Who! / 2008)
Divertido. Levanta questionamentos existenciais com uma linguagem infantil, que simplifica o entendimento, mas prejudica pelo desenvolvimento raso e esquemático.
3/5

⭐⭐⭐
(Horton Hears a Who! / 2008)
Divertido. Levanta questionamentos existenciais com uma linguagem infantil, que simplifica o entendimento, mas prejudica pelo desenvolvimento raso e esquemático.
3/5

⭐⭐⭐
(2 Coelhos / 2012)
Caramba. Uma bagunça pretenciosa e bacana. Bem montado e cheio de estilos misturados, tem uma trama absurda e improvável que nos mantém interessados, mas que termina de uma forma piegas e cafona. Divertido.
3/5

⭐⭐⭐
(Jack et la Mécanique du cœur / 2015)
Um belo visual, numa história previsível e desenvolvida de forma esquemática. Divertido e bonitinho, mas rapidamente esquecível.
3/5

⭐⭐⭐
(These Final Hours / 2013)
Uma premissa interessante até que chega ao melodrama final e perde toda a força.
3/5

⭐⭐⭐
(Slipstream / 2007)
Complexo. Apesar de alguns elementos do filme sugerirem que existe um sentido por trás de toda a trama, não é possível identificar de fato o que é realidade ou alucinação. Isso acaba por prejudicar o filme, que também utiliza uma montagem que “incomoda”.
3/5

⭐⭐⭐
(Enemy / 2014)
Filme é denso e possui um excelente clima de tensão, tanto em sua fotografia quanto na expressão de metáforas que representam os temores do protagonista. Ainda assim, a estrutura não é “agradável” e o contexto acaba prejudicado pela confusão que gera.
3/5

⭐⭐⭐
(Boxtrolls / 2014)
Divertida animação que, apesar de falhar no tom do humor e na alegoria à exclusão social, apresenta uma beleza plástica incrível. O resultado é satisfatório, mesmo com um roteiro superficial e previsível.
3/5

⭐⭐⭐
(Tale of Tales / 2015)
A proposta é interessante, mas a necessidade de chocar pelo grotesco ficou forçada. Com a pretensão de criar diversos contos independentes que se interligam em determinado momento, o filme parece querer ser “mais”, se perde durante a jornada e acaba sendo “menos”.
3/5

⭐⭐⭐
(Eu Não Quero Voltar Sozinho / 2010)
Um curta bonito que trata de amor. Não há atuações excepcionais, nem grandes diálogos e o tempo para o desenvolvimento dos personagens e suas relações também é mínimo, ainda assim, o roteiro convence sem muito tropeço.
3/5

⭐⭐⭐
(The Martian / 2015)
O excesso de diálogos expositivos prejudica o filme. Ainda que no livro eles possam fazer sentido, isso talvez pudesse ter sido trabalhado de outra forma no cinema. Apesar disso, o otimismo da história a bela direção garantem uma aventura interessante e divertida. Além do carisma incontestável do protagonista.
3/5
